Um dia da minha vida em 2025

Um dia da minha vida em 2025 – Parte 4 – Final

Um dia da minha vida em 2025 - Parte 4 - Final

Ao amanhecer, Junno se levanta e observa uma grande movimentação fora da cabana. Kress, alguns outros responsáveis pela OUT e os Voltz haviam rendido as pessoas daquele vilarejo. Junno vê que os Voltz estão se dirigindo para a cabana em que estava, era a última do vilarejo. Então ele, rapidamente, acorda Anna e a informa da invasão da OUT.

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Um dia da minha vida em 2025

Um dia da minha vida em 2025 – Parte 3

Um dia da minha vida em 2025 - Parte 3

Era meia-noite, Ylla abre a porta. Junno sai e vê um dos Voltz se dirigindo a outro corredor. Então corre em direção à sala do lixo eletrônico. Só que havia um problema, como a sala já estava sendo esvaziada, a porta estava travada por questões de segurança.

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Um dia da minha vida em 2025

Um dia da minha vida em 2025 – Parte 1

Um dia da minha vida em 2025 - Parte 1

Era o ano de 2025… O vento não soprava, a chuva caía em uma só direção e, nos últimos dias, a lua e o sol pareciam ter a sua luz enfraquecida. Aquele lugar era iluminado e aquecido apenas por um grande objeto que se encontrava no alto de uma cúpula. Era um objeto brilhante e arredondado, assemelhado ao sol, e envolto por uma grande película de vidro. Havia luzes que passavam pelas aberturas presentes em volta da cúpula e se direcionavam ao objeto, como se fosse uma energia externa que o mantinha em funcionamento. Junno observou tudo o que podia antes de se levantar daquele piso metálico.

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Contos

28 de Fevereiro

Ao amanhecer, parecia ser apenas mais um dia normal… e talvez fosse. Era dia 28 de fevereiro. Havia acordado cedo, tinha os pensamentos ruins da noite anterior e o sonho que tivera também o perturbava. Novamente, tinha vontade de esquecer tudo e começar uma nova vida, mas parecia ser difícil.

Apesar do desânimo, levantou-se e preparou-se para mais um dia, sabia que ele seria longo. Saiu de casa sem rumo. Andava pelas ruas e as pessoas o olhavam como se houvesse algo estranho consigo. Não entendia aquilo, então ignorava. O tempo parecia não passar, parecia estar andando há horas. Ouvia os barulhos dos automóveis, das pessoas daquele lugar, mas o seu silêncio permanecia.

Parou um pouco, sentiu sua consciência “gritar”. Tudo aquilo era resultado do seu sonho. Não estava suportando aquilo em sua cabeça, sentiu que tinha que sair dali, mas não sabia para onde ir. Mas, apesar de tudo, seus pensamentos começaram a guiá-lo.

Chegou até uma casa um pouco afastada da cidade, a mesma casa que havia sonhado na noite anterior. Parecia não ter ninguém por lá. Resolveu entrar e, de repente, encontrou o que mudaria a sua vida. Ficou ali parado, não estava assustado, pois agora sabia o que tinha que fazer.

Saiu daquela casa e viu que já era noite, o tempo parecia ter passado muito rapidamente. Foi em direção à sua casa. Corria, sentia as estrelas caírem e a lua iluminar o seu caminho. Sentia o mundo girar, era tão rápido que seus pés pareciam não tocar o chão.

Viu o mundo como nunca havia visto, parecia ter dado várias voltas nele em poucos segundos. Era estranho, as pessoas pareciam não vê-lo. Foi quando parou perto de alguém… alguém que o observava. Era uma mulher que nunca havia visto. Ela ficou olhando em seus olhos e, quando tocou em suas mãos, ele sentiu o mundo parar.

De repente, ele estava em sua casa, parecia que havia acabado de acordar de um sonho. Aquele dia parecia ser só mais um dia normal… mas sabia que não seria. Era dia 28 de fevereiro… um novo dia, uma nova chance de viver aquele dia.

Retorno de um Anjo

Retorno de um Anjo (Final)

Livro “Retorno de um Anjo”, capítulo 1:

Iniciou-se um novo tempo, uma nova vida…

Horas atrás, parecia que não havia mais esperança, apenas olhava o sol se pôr no mar. Os pensamentos pareciam não existir, não ouvia um sequer barulho, não sentia um sequer movimento… foi quando cai.

Enquanto caía daquela ponte, meus pensamentos iam voltando aos poucos. Via o mar, mas ele continuava distante, o tempo parecia ter parado naquele momento. Senti algo se aproximar, ouvia som do vento. Foi quando ela me agarrou em seus braços e voou comigo sobre o mar, o sol já havia desaparecido. Olhava em seus olhos, sentia suas asas, sentia que eu tinha uma nova chance.

Ela me deixou calmamente sobre a areia do mar, colocou um livro sobre minhas mãos, virou-se e partiu. De longe, observava aquele anjo desaparecer no brilho da lua. Eu não sabia o que iria acontecer a partir daquele momento, mas sabia que um dia ela voltaria e eu presenciaria o seu retorno.

…Posso mudar o tempo com as minhas palavras.